Psicanálise e suas conexões 2018

 

Psicanálise e Mitologia

Jéssica Caiado

Data: 24/11/2018

Esse encontro visa uma articulação entre a psicanálise e a mitologia. Freud se utilizou de diversos mitos para abordar e explicar as origens, inclusive da civilização, e ainda, define as pulsões como a mitologia da Psicanálise devido suas entidades míticas e magníficas em sua imprecisão.

 

 

 

 

 

 

 

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Psicanálise e Educação

Mônica Nogueira

Data: 27/10/2018

Esse encontro visa uma articulação entre a psicanálise e a educação em que se toma como referência o sujeito da psicanálise em sua constituição linguareira e edipiana, focalizando as suas relações com o conhecimento escolar.

 

 

 

 

 


Psicanálise e Filosofia

Cláudio Barra

Data: 29/09/2018

Freud e Lacan sempre consideraram a filosofia como um saber que não poderia ser deixado de lado na elaboração da psicanálise. Enquanto para Freud esse diálogo tendia a definir um contorno mais circular para o campo psicanalítico, para Lacan tratava-se de inscrever os limites moebianos da psicanálise. Assim, o antifilósofo Lacan está sempre empreendendo um diálogo tenso e necessário, materializando uma estrutura na qual um percurso de razões sobre uma práxis é possível de se estabelecer. Nesse cenário, o objetivo desse curso é simples, pelo menos na apresentação: apontar a forma e a especificidade desse diálogo lacaniano, por meio de alguns atos selecionando em sua obra. É a aposta para deixar uma marca, a qual não se mostra diretamente, mas tem efeitos nas partes que deixa em tensão.

 


 

Psicanálise e Política

Ângela Silva

Data: 25/08/2018

Por que a psicanálise e a política? Em 1932, Einstein escreve a Freud pedindo uma elucidação: como livrar a humanidade das fatalidades da guerra? O físico acredita que a psicanálise poderia sugerir modos “mais ou menos fora dos objetivos da política” de resolver este enigma. Freud não se furta em respondê-lo, mas situa a problemática pela via pulsional. Este é um dos registros da psicanálise na obra freudiana, mas há outros. O endereçamento desta demanda suscita a questão sobre os modos com que Freud concebe a política, sobretudo no que diz respeito à dificuldade que é viver com o outro, pois se trata de uma escolha em que entra em jogo à renúncia ao prazer. Já Lacan convida o psicanalista a alcançar a subjetividade de sua época, situando esta função como essencial aos conflitos da vida em sociedade e situa a felicidade como um fator político. Estas são as bases das quais partimos para pensar a interlocução entre a psicanálise e a política, tema de que não podemos nos abster em tempos difíceis como o que vivemos.

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