Cinema e Psicanálise

Da ficção ao inconsciente: um encontro entre cinema e psicanálise

A atividade que estreia neste semestre aponta para a interlocução entre Cinema e Psicanálise, ambos com marco inicial no final do século 19. O cinema, um dos maiores veículos de entretenimento de massa, constitui-se como uma das principais formas de expressão cultural e artística da sociedade industrial. Em paralelo, a psicanálise, desde Freud, recorre aos artistas para melhor compreender o sofrimento humano e a outra cena do inconsciente. O filme, que entra de cabeça para baixo pelo projetor, passa por uma lente e é invertido até sair ampliado como imagem na tela, convoca ao que Lacan diz acerca do esquema óptico e o fato da mensagem vir do outro de forma invertida, isto é, não basta falar para que a mensagem seja compreendida. Assim, a tarefa de dar sentido à mensagem é do receptor, o que marca a radicalidade da inexistência da completude. A proposta desta atividade é de dialogar com a sétima arte, não se ocupando da impossível tarefa de completar os saberes. Para isso, a cada encontro, passaremos um filme escolhido previamente e convidaremos um especialista da área do cinema para esquentar o debate.

*essa é uma atividade em parceria com a GREEX/ESCS – Gerência de Residência, Especialização e Extensão da ESCS Escola Superior de Ciências da Saúde do GDF.

Coordenação: Jéssica Caiado e Marcella Laboissière (FCL – BSB)

Valdelice França e Anelice Batista ( GREEX/ESCS

Sábado, das 14h às 18h.

Local: Auditório da FEPECS, Setor Médico Hospitalar Norte

14/09 | A pele que habito 2011, direção: Pedro Almodóvar 19/10 | O livro de cabeceira, 1996 direção: Peter Greenaway

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